segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Botonista do Meninos presta homenagem ao M1TO em dia histórico

Vinícius Ramalho e Rogério Ceni: encontro especial!
Certamente vão existir muitos “29 de janeiro”, mas nenhum igual ao vivido na última sexta-feira pelo botonista paulista Vinícius Ramalho. O atleta do Meninos, atual bicampeão paulista e campeão brasileiro de Futmesa (modalidade 12 toques) teve um momento único e especial, ao poder se encontrar e homenagear aquele que, talvez tenha sido o maior nome da história do São Paulo Futebol Clube (time do coração do botonista): Rogério Ceni!
   O encontro aconteceu nas dependências do Estádio “Cícero Pompeu de Toledo” (Morumbi) e o mais interessante, o homenageado sequer sabia da homenagem. Segundo Vinícius, a ideia começou após um jogo de Futebol de Mesa, em Curitiba-PR. “Jogando com o Igor, do Vasco, vi que o time dele era só de ‘Juninhos Pernambucanos’. Todo mundo começou a jogar botão para poder homenagear seus ídolos naquela mesa chamada de ‘estrelão’. Então, uni essa ideia do Igor, com aquela coisa do jogo de botão na época da infância para poder prestar essa homenagem”, explicou.
   O botonista do Meninos revelou que o time ficou pronto em poucos dias, mas que as conversas com o fabricante se iniciaram ainda em 2014. “Vinhamos conversando desde o final de 2014, quando o Rogério poderia parar. Quem fez o time foi o Paulo da PRP (Botucatu) e a arte é do Rubão, que também trabalha lá. Falei com eles sobre as ideias e comecei a procurar boas fotos para que o time ficasse legal. O time ficou pronto em pouco mais de uma semana entre a ideia final e a entrega”. 
   Vinícius Ramalho também explicou os critérios utilizados para a escolha de 13 momentos especiais da carreira do goleiro são-paulino. “Cada botão representa um grande feito da carreira do M1TO. Peguei alguns momentos que considero os mais importantes, como os três recordes mundiais reconhecidos pelo Guiness Book (número de jogos pelo mesmo clube, número de jogos como capitão de um mesmo clube e maior número e gols de um goleiro), além de outros feitos que considero os mais marcantes. E o goleiro é a defesa mais importante e bonita da carreira dele, que foi aquela da final do Mundial de 2005, contra o Liverpool”, justificou.
   O encontro com Rogério Ceni teve uma ajuda importante da assessoria do, agora, ex-goleiro e, como o próprio botonista revelou, foi inusitado. “Como trabalho com jornalismo e com alguns veículos que cobrem o São Paulo, conheço pessoas da comunicação. Falei com a assessora do Rogério e ela possibilitou esse encontro, que aconteceu na última sexta-feira, quando o Rogério participava de um tour no estádio do Morumbi, onde ele era o guia e eu aproveitei o momento para entregar o time a ele. Detalhe que o Rogério não sabia de nada. A assessora já tinha visto as artes, mas segurou a surpresa”.
   E para que o encontro se tornasse ainda mais especial, nada como ser reconhecido pelo ídolo. “No final do ano passado, trabalhei em um evento que o Rogério jogava com torcedores e eu era o comentarista. Nesse dia falei um pouco com ele. Quando o vi dessa vez, ele me chamou pelo nome e o fato dele ter se lembrado de mim, me ‘quebrou as penas’. Aí o nervosismo aumentou, mas consegui explicar o que era aquele time, que eu jogava no Meninos, atual campeão nacional e estadual e pedi que ele autografasse um goleiro que fiz pra mim, já que terei um time idêntico ao que o presenteei”, relatou Vinícius, que aguarda um possível reencontro com o M1TO, agora nas mesas. “Ele agradeceu, disse que ia treinar para ganhar de mim, já que agora tinha tempo. Deu risada, me abraçou e assim terminou esse bate papo que jamais vou esquecer”.

Time que Rogério Ceni recebeu das mãos de Vinícius

domingo, 24 de janeiro de 2016

Bloco do “R” obtém bom desempenho na Copa José Pinto

O Bloco do “R” marcou presença neste sábado (23), na 6ª edição da Copa José Pinto, na cidade de Botucatu. A competição interestadual reuniu 36 botonistas e foi disputada na sede da Botucatuense. Os quatro botonistas, que representaram a equipe ituana, conseguiram premiação.
            O destaque ficou para Valini, que fechou a Primeira Fase em primeiro de seu grupo, com 100% de aproveitamento, e a segunda melhor campanha no geral. Nas oitavas de final, passou por Alexandre Rubão (Botucatuense) e nas quartas derrotou Carlos (Bragantino), vindo a parar apenas na semifinal, quando perdeu para Alex Bahr (Palmeiras), que mais tarde viria a ser o campeão do torneio. Na disputa do 3º Lugar da Série Ouro, Valini empatou com Ramón Arnoni (Botucatu) e ficou com o troféu.
            Rafael Mello alterou altos e baixos durante a competição. Embora tenha caído no “grupo da morte” na Primeira Fase, conseguiu avançar como terceiro do grupo e a 12ª campanha no geral. Nas oitavas de final, derrotou Wilson Benevides (Flamengo), mas sucumbiu nas quartas, ao ser derrotado por Ramón Arnoni, fechando sua participação com o 7º Lugar da Série Ouro, o que lhe rendeu uma medalha.
            Após um começo irregular, Robson Mota conseguiu emplacar quatro vitórias consecutivas e terminou a Primeira Fase em segundo de seu grupo e com a 10ª campanha no geral. Nas oitavas, foi derrotado por Carlos, resultado que o levou para a disputa da Série Prata. Nas quartas, venceu Alexandre Rubão e nas semifinais perdeu para Fernando (Sociedade Mineira). Mas conseguiu fechar sua participação com a 3ª colocação, ao derrotar Carioca (Sociedade Mineira), levando para casa uma honrosa medalha.
            Fechando a participação dos ituanos, Zé Mario não fez uma grande jornada. Com uma campanha muito irregular, terminou a Primeira Fase apenas na quarta posição do grupo, com a 17ª campanha no geral. Nas oitavas de final, perdeu para Emerson (Botucatuense) e acabou indo disputar a Série Extra. Conseguiu vencer Marcos (Penapolense) nas quartas de final, mas perdeu para Hélio (Sociedade Mineira) nas semifinais, resultado que o fez disputar a 3ª posição, onde venceu Burilli (Riopardense), garantindo assim uma medalha.
            O Bloco do “R” agradece a Botucatuense pelo convite e parabeniza os botonistas Alexandre Rubão, Rodrigo Tuvira, Marcio Rangel, entre outros, pela organização do evento.

Premiação da Copa José Pinto

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Ex-botonista do Bloco do “R” participa da premiação do “Bola de Ouro” da FIFA

Robertinho (à dir.) com o pai durante a solenidade na Suíça
Na última segunda-feira (11), o mundo esportivo parou para acompanhar a eleição do “Bola de Ouro”, prêmio entregue pela FIFA ao melhor jogador da temporada 2014/2015. A solenidade aconteceu em Zurique, na Suíça, e foi acompanhada de perto pelo ex-botonista do Bloco do “R”, Roberto Vladimir Ferrari Filho.
    Robertinho, como é mais conhecido, foi o vencedor de um “bolão” realizado entidade máxima do futebol. “É um bolão que a FIFA organiza anualmente desde 2012, onde você palpita em resultados de jogos de futebol do mundo inteiro e o vencedor é o que tiver a maior sequência invicta. Dentre os jogos que o bolão oferece você escolhe aqueles nos quais vai apostar. Sempre que você erra algum resultado, a sequência volta a zero. As apostas são apenas nos resultados (vencedor ou empate), não nos placares”, explica. 
   O ex-botonista teve todos os custos da viagem bancados pela FIFA e ainda o direito de levar um acompanhante, que presenteou seu pai. “Essa viagem foi a realização de um sonho. Poder estar na cidade que é sede da instituição que comanda o esporte mais popular do mundo, além de presenciar o evento que coroa os maiores jogadores da atualidade e estar no mesmo ambiente de algumas das lendas da história do futebol foi uma emoção indescritível, acho que só quem é apaixonado por esse esporte pode imaginar. E poder proporcionar isso ao meu pai, que tanto me influenciou a gostar de esportes foi ainda mais gratificante”, disse.
  Robertinho descreveu o principal momento vivido na premiação. “O momento mais marcante foi quando me sentei no lugar reservado no auditório para assistir a premiação, pois antes disso havia aquela empolgação, a ansiedade, mas quando tomei meu lugar e vi à minha frente todas aquelas autoridades que também estavam ali para a solenidade com o logo do evento ao fundo, foi naquele instante que ‘a ficha caiu’ e me dei conta da importância do momento que eu estava vivendo”.
    Ele também deu detalhes do glamour do evento e as oportunidades que o prêmio lhes proporcionaram. “A solenidade foi espetacular, nunca vi tanto luxo e organização em minha vida. Apesar de não termos contato direto com os jogadores, além da premiação em si, tivemos oportunidade de participar do coquetel realizado antes e o jantar oferecido após o evento, junto as autoridades presentes”.
    Por fim, analisou a premiação, que teve o brasileiro Wendell Lira como vencedor do gol mais bonito e considerou justa a premiação de Messi. “Quanto ao resultado da premiação, acredito que o gol do Wendell foi o menos bonito dos três, mas fiquei muito feliz com o resultado, ainda mais depois de acompanhar a humildade do discurso dele. Com relação à Bola de Ouro, acho que foi quase uma unanimidade a eleição do Messi e, particularmente, achei muito justo”, finalizou.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Jamelli relembra o Brasileirão de 1995: “Aquele time encantou e marcou a história do Santos”

Jogador, gerente de futebol, executivo e agora técnico. Esse é Paulo Roberto Jamelli Júnior que, aos 41 anos, irá comandar o Independente de Limeira na Série A-2 do Campeonato Paulista. Jamelli começou a carreira como jogador, no famoso “expressinho” do São Paulo. Passou por clubes como Corinthians, Atlético-MG e Zaragoza (Espanha) e até Seleção Brasileira, mas marcou época com a camisa do Santos, onde foi vice-campeão Brasileiro em 1995, naquela polêmica final contra o Botafogo-RJ.
            Em 2007, deixou os gramados para iniciar carreira como gerente de futebol. Exerceu a função no Coritiba-PR, Grêmio Barueri-SP e teve destaque novamente no Santos, quando foi campeão paulista em 2010.
            Nos últimos anos era executivo em uma empresa de marketing esportivo. Como técnico será a sua segunda chance. Em 2012, exerceu a profissão, sem sucesso, no Marcílio Dias-SC. No último final de semana, Jamelli esteve em Itu, onde o Independente de Limeira fez um jogo-treino com o Ituano e concedeu uma entrevista exclusiva ao BLOG DO VALINI. Confira:

Como você encara o desafio de ser técnico neste ano de 2016?
Jamelli: É um grande desafio mesmo essa oportunidade que estou tendo de dirigir uma equipe como o Independente de Limeira, numa Série A-2 do Paulista, que promete ser um dos campeonatos mais disputados dos últimos anos, com grandes equipes. É uma missão boa, estou amparado pela diretoria, os jogadores estão entendendo o que estamos pedindo e estamos fazendo uma boa preparação.

A equipe já venceu o Red Bull e agora derrotou o Ituano, duas equipes da elite do futebol paulista. Isso credencia o Independente como um dos favoritos ao acesso?
Jamelli: Eu acho que temos que acreditar no trabalho. O Ituano, com a estrutura que tem, com os profissionais que possui, com os jogadores que tem, com certeza vai fazer um belo Campeonato Paulista, e a gente conseguir vir aqui, jogar de igual para igual, vencer o jogo, ainda mudando todo o time, isso aí só serve para motivar, ainda mais, nosso trabalho.

O que muda deixar de ser gerente de futebol, função que você exerceu nos últimos anos, para se tornar técnico?
Jamelli: São funções diferentes. Como gerente de futebol você tem outras preocupações, tem que focar um pouco mais na organização, na estrutura e fazer os departamentos funcionarem. A integração entre o campo e a administração são funções completamente diferentes, mas que no meu caso permitem enxergar o outro lado. Às vezes, quando a pessoa para de jogar, só enxerga o lado do ex-jogador, e quando você participa da gestão e gerência, você acaba tomando ciência dos problemas do dia a dia, que talvez um treinador que só fez a função de técnico não sabe e faz com que você entenda melhor, tenha mais paciência, tolerância com algumas coisas, porque já vivenciei o outro lado. Até outro dia eu estava do outro lado da mesa e sei a dificuldade que é.

O fato de você ter sido jogador e gerente de futebol te dá uma bagagem a mais para exercer a função de técnico?
Jamelli: Não vou dizer que é melhor, mas claro que eu tenho mais assuntos no repertório, tenho mais vivência das coisas que acontecem e isso facilita, mas não que isso vá me fazer ser melhor ou pior do que os outros treinadores. Tenho que procurar continuar melhorando, mas como já passei por todas essas etapas, acabo entendendo melhor o procedimento, dá para se colocar no lugar das outras pessoas e isso é muito importante. Então quando se tem algum problema, alguma situação fora do controle, você acaba enxergando melhor e as coisas tendem a acontecer com mais calma.

Em dezembro do ano passado completou 20 anos daquela final histórica entre Santos e Botafogo pelo Campeonato Brasileiro e que você esteve presente. Quais são as recordações que você carrega daquele ano?
Jamelli: As recordações são as melhores possíveis. Aquele time encantou e marcou a história do Santos. Nós éramos todos promessas, todo mundo tentando buscar um espaço, e deu liga, o time deu certo em 95. Naquela época, o Santos estava em baixa, com dificuldades, não conseguia chegar e aquele time mudou, reerguemos o clube, fizemos com que os torcedores do Santos voltassem a ter orgulho de ser santista, de lotar o Pacaembu, lotar a Vila e, até hoje, a gente conversa, seja com jogadores que jogaram juntos ou contra, sempre relembramos aquele time, que foi uma pena não ter sido campeão de fato, mas ao menos na cabeça do torcedor santista e na nossa foi campeão, e a gente sente muita saudade. Parece que foi ontem, mas já faz 20 anos, não tem noção de como são rápidas as coisas que acontecem na vida da gente.

Qual foi o jogo que marcou a equipe do Santos naquele Brasileiro?
Jamelli: Teve um jogo contra o Guarani, que era o último da fase de classificação (dia 3/12/1995 – Santos 2 X 0 Guarani), que o Guarani já não jogava nada, time em férias e a gente brigando pela classificação, ponto a ponto, com o Atlético-MG e, em determinado momento já sabíamos que o Atlético tinha vencido o jogo deles e nós empatando com o Guarani em 0 a 0 e esse resultado tirava a gente do campeonato. E foi uma das poucas vezes que fiquei muito nervoso dentro de campo, pois estava escapando da nossa mão a vaga, e já chegava os 35 minutos do segundo tempo, não conseguíamos fazer o gol, até que o Marcelo Passos, após um passe meu, numa jogada genial, fez o gol, depois ainda o Giovanni fez o segundo gol e conseguimos a classificação. Esse jogo me marcou muito.

O que mudou no futebol nesses últimos 20 anos?
Jamelli: Muita coisa mudou. Hoje o jogo é muito mais estudado, mais científico do que era naquela época. Na década de 90 era mais talento, os jogadores resolviam mais dentro do campo, hoje ficou mais tático, mais estudado, tem profissionais cada vez mais inteligentes, cada vez mais preparados para ou construir o time ou destruir o que o outro está fazendo e antes era mais na observação. Hoje você tem toda parte cientifica de preparação física, você tem toda parte de filmagem, de desempenho, você consegue mapear quantas vezes o jogador bateu na bola, que lugar o cara bateu na bola, como ele bateu na bola e antes era mais no visual, no feeling do treinador. E fora que o mundo mudou. A informação está cada vez melhor. Você entra na internet e vê como o Bayern de Munique treina, como o Barcelona treina, a informação está muito mais acessível, mais fácil e temos que andar junto, senão fica para trás.

Quem foi o melhor treinador com quem você trabalhou?
Jamelli: Essa pergunta é complicada, mas se tivesse que escolher um seria o Telê Santana. Pois foi uma fase da minha carreira, que foi dos 16 até os 19 anos, que ele me ajudou, aprendi muito do que é o futebol fora das quatro linhas com ele. Um cara que se preocupava com o gramado, arte com o quero-quero que ficava no campo, se o cara estava sujo, se tinha feito a barba, se o vestiário estava limpo, enfim, era uma pessoa perfeccionista, exigente e por isso foi o que foi e ganhou tudo o que ganhou.


Jamelli (agachado ao centro) com o Santos de 1995

sábado, 9 de janeiro de 2016

Bloco do “R” abre oficialmente a temporada 2016 de Futmesa e João Pedro fatura o Torneio Início

Robson e João Pedro: finalistas do Torneiro Início
Teve início neste sábado (9), a temporada 2016 de Futebol de Mesa em Itu. Sete botonistas estiveram presentes na sede do Bloco do “R” para a disputa do Torneio Início. O título ficou com João Pedro, que apresentou o visual “Arda Turan”, em uma homenagem ao jogador do Barcelona, do qual o botonista é fã. O principal destaque foi o retorno às mesas de Lui, grande atleta que fez história no Futmesa de Itu nos anos 90 e que, aos poucos, volta ao esporte.
            Na Primeira Fase, os botonistas foram divididos em dois grupos. A chave A foi composta por Robson Mota, Valini, Sandro Gavião e Rafael Mello. No B, estavam Lui, Zé Mario e João Pedro. Após se enfrentarem dentro de seus grupos, em turno único, os dois primeiros de cada grupo avançaram para as Semifinais.
            No Grupo A, Valini fechou como líder, com 100% de aproveitamento. Robson Mota ficou com a segunda vaga. Rafael Mello foi o terceiro e Sandro Gavião o quarto. Pelo Grupo B, Zé Mario também teve 100% de aproveitamento, terminando na liderança. João Pedro foi o segundo e Lui o terceiro.
            Na Fase Semifinal, os invictos caíram. João Pedro (2º do Grupo B) eliminou Valini (1º do Grupo A) com uma vitória por 7 a 5. No outro confronto, Robson Mota (2º do Grupo A) passou por Zé Mario (1º do Grupo B) vencendo a partida por 7 a 6.
            Na disputa pelo 3º Lugar, Zé Mario e Valini empataram em 3 a 3, resultado que favoreceu Zé Mario (melhor campanha). Já na decisão do título, João Pedro foi impecável. Em uma partida perfeita, anotou 10 a 6 pra cima de Robson Mota e ficou com o primeiro caneco do ano. João Pedro teve ainda o melhor ataque do dia (30 gols marcados em 05 jogos) e Zé Mario fechou com a melhor defesa (17 gols em 05 jogos).
            A classificação final do Torneio Início foi a seguinte:
CAMPEÃO: JOÃO PEDRO
Vice-Campeão: Robson Mota
3º Lugar: Zé Mario
4º Lugar: Valini
5º Lugar: Rafael Mello
6º Lugar: Lui
7º Lugar: Sandro Gavião

A CAMPANHA DO CAMPEÃO
Primeira Fase:
JOÃO PEDRO 8 X 4 Lui
JOÃO PEDRO (WO)
JOÃO PEDRO 4 X 10 Zé Mario
Semifinal:
JOÃO PEDRO 7 X 5 Valini
Final:
JOÃO PEDRO 10 X 6 Robson Mota

Bloco do "R" promoveu o seu Torneio Início 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Circuito Ituano abre a temporada 2016 do Futebol de Mesa no Bloco do “R”

A temporada 2016 do Futebol de Mesa em Itu será aberta oficialmente neste sábado (9), com a realização da primeira etapa do Circuito Ituano. A disputa acontece a partir das 14h, na sede do tradicional Bloco do “R” (rua Santana, 265 – Centro).
A competição será realizada ao longo do ano, com a disputa de várias etapas e um ranking interno. O objetivo é reunir os botonistas de Itu e região.
            “Foi em Itu que comecei minha trajetória no Futmesa. E confesso que fiquei triste nesses últimos anos de ver tudo se acabando. Precisava dar uma chacoalhada no pessoal e, durante nossa festa de confraternização no final do ano, achei por bem sugerir a reativação desses torneios internos e a idéia foi super bem aceita pelo pessoal”, declarou Sandro Pirikito.
              Além de reativar o departamento em Itu, o foco é trazer botonistas que estavam parados e promover intercâmbios com novos clubes e atletas.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Caixa da FPFM cai de R$ 60 para R$ 7 mil em apenas um ano e contas são rejeitadas pelo Conselho Fiscal

As contas da Federação Paulista de Futebol de Mesa (FPFM), referentes ao primeiro ano da gestão Ernandes Roberto Felício Junior, foram reprovadas pelo Conselho Fiscal. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (16). De acordo com o balancete emitido pela FPFM, referente apenas ao mês de novembro, o caixa atual da entidade responsável pelo Futmesa no Estado de São Paulo, que era de aproximadamente R$ 60 mil no final da gestão Farah, possui apenas R$ 7 mil.
            “Fizemos nossas análises e questionamentos e, infelizmente, não foi possível concluir e REPROVAMOS as contas apresentadas (os saldos apresentados são aproximados). Caso julgue necessário (conforme determina o estatuto da FPFM), solicitamos maiores explicações e acesso aos documentos probatórios das despesas para que possamos reavaliar o balancete”, explicam os membros do Conselho Fiscal, Julio Simi Neto, Cleo Domingos e Renan Melo Silva.
            O Conselho Fiscal apresenta ainda uma lista com diversos problemas encontrados no balancete apresentado pela Federação Paulista. O primeiro caso diz respeito ao reembolso de despesas do presidente Ernandes Roberto Felício Junior (Dentinho). “Reembolso direto dos campeonatos Sulamericano e Brasileiro. O presidente não foi representar a Federação Paulista, e sim, a Confederação Brasileira de Futebol de Mesa. Logo, não tem sentido ser reembolsado pela FPFM, e sim, pela CBFM; Reembolso indireto: as despesas não podem transitar para contas de terceiros, tem que ser pago direto ao prestador (mediante contrato e comprovante que não foram apresentados)”, relatam os membros do Conselho Fiscal.
            O segundo caso versa sobre as despesas com o celular do presidente. “Não é cabível que a FPFM pague as despesas de celular da presidência, exceto que esse seja de uso exclusivo da Federação. Todavia, será necessário rever o plano, afinal R$ 400 por mês não se justifica”, apontam os conselheiros.
            O terceiro tópico versa sobre o saldo em conta da Federação Paulista de Futebol de Mesa. “O saldo apresentado em novembro de 2015 é de R$ 7 mil. Já em dezembro de 2014 era de R$ 60 mil. Foi justificado que a variação se deu na aquisição de mesas, bolinhas, cavaletes, aluguel da sede e guarda de mesas (somando R$ 46 mil). É sabido por todos que a FPFM possui receitas diversas no decorrer do ano (inscrições de torneios, filiação de clubes e atletas, Copa do Brasil, RioXSão Paulo, dentre outros), logo não conseguimos concluir a referida variação”, questiona o Conselho Fiscal.
            A quarta questão diz respeito ao caixa pequeno. “O caixa pequeno deveria existir apenas para pequenas despesas (como o próprio nome já diz), porém, já transitou cerca de R$ 30 mil. Solicitamos a abertura de dados e comprovantes de despesas, porém, não nos foram apresentados”, reclamam os conselheiros.
            Outro ponto envolve os depósitos não identificados. “Alguns clubes aparentam ter valores expressivos em aberto. É necessário confirmar”.
            O sexto apontamento se refere aos balancetes dos 10 primeiros meses do ano. “Apesar de já termos sinalizado a FPFM que não teríamos tempo hábil para avaliação, seria importante termos as versões finais dos balancetes”,
            O último tópico discorre sobre o detalhamento de receitas e despesas por torneio. “Sugerimos que para cada torneio realizado pela FPFM seja arquivado junto ao balancete um demonstrativo de receitas e despesas para verificarmos a viabilidade”, finalizam os conselheiros.
           O BLOG DO VALINI apurou ainda que no balancete divulgado pela FPFM, assinado por Alex Bahr, o campo destinado à receitas anuais, está em branco; porém, os campos destinados as despesas anuais foram devidamente preenchidos.