quinta-feira, 28 de março de 2013

Com críticas, Rio de Janeiro recebe a Copa do Brasil de Futebol de Mesa


Será disputada neste final de semana prolongado (feriado de Páscoa) a Copa do Brasil de Futebol de Mesa. A competição acontece em Nova Friburgo/RJ, no ginásio de esportes do Friburguense. Diferente das outras edições, em 2013 o torneio será uma espécie de “RJ X SP”, com um paranaense e um goiano como intrusos. Serão mais 19 botonistas cariocas e outros 11 paulistas.
O BLOG DO VALINI conversou com alguns botonistas envolvidos na disputa. O que chamou a atenção foram as reclamações sobre a data da competição, que coincide com um feriado santo da Igreja Católica, a distância e até mesmo a forma de disputa, como destacou o atleta carioca Pedreira, do América/RJ. “Particularmente, fiquei muito chateado com a mudança da fórmula. Só descobri depois de inscrito. Era muito legal ter 16 caras tops do brasil disputando o campeonato em pontos corridos. Agora a Copa do Brasil ficou sem nenhum diferencial para os outros torneios. Se soubesse que seria a fórmula, não teria nem me inscrito".
O botonista também lamentou a ausência de atletas de outros estados e disse que o calendário precisa ser revisto. “Acho que a não participação dos outros estados é uma coisa muito ruim. Alguma coisa precisa ser revista no calendário nacional. Não sei se foi a proximidade do Brasileiro Individual, o fato de ser o feriado de Páscoa, se foi a distância de Friburgo, ou por termos muitos torneios no ano, só sei que não houve muito interesse para essa Copa do Brasil”.
Com relação a parte técnica, Pedreira classifica que os botonistas saíram perdendo. “O Paraná é a grande potência do individual nos últimos tempos e só vem com o Robertinho. Muita gente boa fora do eixo ‘RJ XSP’ também ficou de fora. A medida dos botões e o estilo de jogo dos jogadores de cada estado variam muito. A falta dessa variedade joga contra o nível técnico da competição. Mas enfim, é claro que teremos muita gente boa e o que sair campeão vai ter que jogar muito”.

Favorito, mas nem tanto...
            Atual campeão da Copa do Brasil, o paranaense Robertinho também lamentou a ausência de mais botonistas fora do rixo Rio-São Paulo. “Uma  pena mesmo não ir mais gente aqui do Paraná. O campeonato acabou ficando numa data ruim pra galera daqui e ainda na contramão. O pessoal achou caro pra participar e tem muita gente com filho pequeno. Tudo complicou”. O multicampeão também reclamou sobre a mudança na forma de disputa. “Eu não gostei da Copa do Brasil seguir o modelo do Brasileiro (Individual). Eu acho que deveria continuar com todos contra todos na última fase”. Sobre sua expectativa para a competição, Robertinho diz que chega sem confiança para defender o “scudetto”. “Não sou mais o cara a ser batido, isso já passou. Troquei de time várias vezes e não achei outro pra jogar. Vou para prestigiar o campeonato, tentar fazer bonito e se o pessoal deixar, quem sabe belisco mais uma Copa. Decidi o time que vou jogar essa semana. Será a primeira vez desde 2007 que vou pra competição sem achar que vou ganhar. É triste, mas a má fase chega pra todos”, concluiu.

Otimismo e confiança
Figura ímpar no Futmesa brasileiro, Bad, botonista do Clube dos 500/RJ, está otimista para a competição e aposta na boa fase para fazer bonito. “A Copa do Brasil é um torneio de tiro curto que não nos permite falhas. Na minha opinião é o segundo torneio do Brasil, individualmente falando, e espero um bom desempenho da minha parte, pois venho de um 16º lugar no Brasileiro do ano passado e continuo jogando em alto nível”.
O também carioca Fabio Borges, campeão sul-americano de Futmesa e que estará defendendo as cores do Círculo Militar no torneio, diz que o segredo é saber dosar os dois primeiros dias da competição. “O segredo é manter uma média regular durante os dias de competição. Não se dá ao máximo nos primeiros dias e dosar as forças para o momento certo. Quando chegar na hora do ‘vamos ver’, ter sangue nos olhos e despejar todas as energias. Um detalhe importante: o clima frio ajudará todos os botonistas”.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Após mais um vexame em casa, Ituano demite técnico


Nem mesmo o dilúvio que caiu em Itu na noite deste domingo (24), impediu que o Galo rubro-negro sofresse mais uma derrota, a sétima em 14 jogos, no Campeonato Paulista. Jogando em casa, o Ituano chegou a sair na frente do Oeste, com um gol de Tiago Bezerra logo no início da partida. Mas, apresentando inúmeras falhas, principalmente defensivas, cedeu o empate ainda na etapa inicial e, na segunda etapa, após uma chuva torrencial que atingiu a cidade e chegou a paralisar o jogo por 15 minutos, em virtude de uma queda de energia, o Oeste virou a partida e, de quebra, jogou o Galo para a 15ª posição na tabela, três pontos apenas à frente do primeiro time da Zona do Rebaixamento. Pior que isso, Roberto Fonseca, o técnico que salvou a equipe da degola em 2012, acabou sendo demitido após o jogo.
            Mas a crise do Ituano vai mais além do que as quatro linhas. O problema passa pela administração do clube. Afinal, um time que iniciou o século conquistando títulos (Paulistão, Série C do Brasileiro), não despenca de uma hora para outra. Desde que o ex-jogador Juninho Paulista assumiu o comando do Galo, a equipe nunca mais foi a mesma. Sempre brigando na parte de baixo da tabela, o time coleciona fracassos e a permanência na elite do futebol paulista parece ser a única coisa que “motiva os dirigentes”.
            A partida deste domingo foi a 71ª do Ituano dentro do Paulistão, sob a administração Juninho Paulista. São ridículas 19 vitórias (26,7%), 16 empates e sonoras 36 (50,7%) derrotas. O time tem 83 gols marcados (média de 1,16 gols por jogo), contra 127 sofridos (média de 1,78 por partida).
            A equipe fez também 33 partidas como mandante, obtendo nove vitórias, nove empates e 15 derrotas. Foram 46 gols marcados e 53 sofridos, um aproveitamento de 36,3% dos pontos disputados dentro do Novelli Junior.
            Se fora dos campos, o “chefe” do futebol em Itu fez a reforma do estádio municipal, ampliando a capacidade do mesmo, e está concentrado na criação de um Centro de Treinamento, em condições de abrigar uma seleção na próxima Copa do Mundo; é preciso lembrar que sem um time decente e com qualidade, nada disso surtirá efeito...

Os números da “Era Fonseca”
            Roberto Fonseca dirigiu o Galo em 25 partidas. A estreia no comando técnico do Ituano aconteceu no dia 22 de fevereiro de 2012, quando a equipe perdeu por 1 a 0 para a Ponte Preta, em jogo válido pela 9ª rodada do Paulistão daquele ano.
Sob sua direção, o rubro-negro obteve sete vitórias, sete empates e 11 derrotas (um aproveitamento de 37,3% dos pontos disputados). A equipe marcou 32 gols e sofreu 43, um saldo negativo de 11. Dentro do Novelli Junior, o desempenho é ainda mais fraco. Foram 11 jogos em casa, com apenas duas vitórias, com cinco empates e outras quatro derrotas (aproveitamento de 33,3%). O time marcou 18 gols e sofreu 21.  
 Roberto Fonseca deixa o time de Itu na 15ª colocação, com 13 pontos ganhos em 14 rodadas.
Fonseca foi demitido após derrota para o Oeste

quinta-feira, 21 de março de 2013

Clubes do litoral se unem para criação de Liga Metropolitana da Baixada Santista



A Baixada Santista dá início neste final de semana a um grande e inovador projeto do Futebol de Mesa. A criação de uma Liga Metropolitana. Para isso, será realizada neste sábado (23), o 1º Torneio Metropolitano de Futmesa. A competição, voltada para os botonistas dos clubes da baixada, terá início às 14h e será disputada em Ulrico Mursa, casa da Portuguesa Santista.
            “Inicialmente pretendemos fazer três Metropolitanos ainda este ano e, no final, fundar a Liga, com os atletas definidos na 1ª e 2ª divisão”, explica Bergamini, um dos organizadores do projeto. De acordo com o botonista, a pontuação será idêntica a que a Federação Paulista utiliza nos Opens e haverá premiação com troféus e medalhas para os vencedores. Além disso, em cada etapa, um botonista que fez história no litoral será homenageado. “Pretendemos homenagear o primeiro campeão estadual, o qual era da baixada - Benito Gravina - mas ainda não decidimos, pois temos vários atletas que estão em outro plano que tanto engrandeceram o Futebol de Mesa e merecem também uma homenagem”.
Segundo Bergamini, o objetivo principal é fortalecer o esporte no litoral. “Nós temos cerca de 60 botonistas nos três clubes da baixada (Clube 2004, Portuguesa Santista e Ocian), mas somente um terço, ou pouco mais, participam efetivamente dos campeonatos internos dos clubes. Ainda temos a esperança que o Vila Souza (do Guarujá), venha engrossar nossas fileiras. Pretendemos fortalecer o Futmesa, esperando despertar o interesse das pessoas (principalmente crianças) e levar adiante a nossa paixão (jogos de botão)”.
A ideia da criação da Liga Metopolitana teve a participação também dos seguintes botonistas: Mario (Portuguesa Santista), Edu Lemos (Praia Grande), Cléo (Ocian/2004), Novaes (2004/Portuguesa Santista), Diogo (Ocian/Portuguesa Santista), Danilo (Portuguesa Santista), Charleaux (Portuguesa Santista), entre outros.
E os planos são ousados. Depois de fundada a Liga, o objetivo será filiá-la junto à Federação Paulista de Futebol de Mesa. “Vamos tentar essa filiação, para que nossos jogos sejam ‘pontuados’ junto a entidade máxima estadual. Não conversamos ainda coma Federação mas, com certeza, o pessoal está observando a gente e sabem o que está ocorrendo”, concluiu Bergamini.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Botonistas aprovam mudanças nos Opens da Federação Paulista



Nos dias 02 e 03 de março foi realizado o 1º Open do ano, torneio individual promovido pela Federação Paulista de Futebol de Mesa. A competição foi disputada em três sedes distintas. A cidade de São Bernardo do Campo recebeu a Primeira, Segunda e Terceira Divisão do Adulto, além da categoria Máster. Já os municípios de Bauru e Americana realizaram o Open do Interior. Somados todos os torneios, cerca de 180 botonistas do Estado de São Paulo se dividiram entre as sedes, um marco no Futmesa paulista. Porém, o que chamou a atenção foram as mudanças estabelecidas para este ano.
            A primeira delas diz respeito a oportunidade que o botonista, principalmente quem reside no interior, tem de escolher o local em que irá disputar, podendo optar por um torneio mais próximo de sua cidade. Outra mudança foi o acesso e rebaixamento nas três divisões da categoria Adulto e por último, a não premiação de botonistas que deixam o local do torneio, antes do término do campeonato.
            Sobre esses assuntos, o BLOG DO VALINI conversou com o presidente da FPFM, Jorge Farah, que explicou os motivos que levaram a Federação Paulista e tomar essas medidas. O presidente começou dizendo que não entregar medalhas para aqueles que vão embora antes do encerramento da competição começou em 2010 e que hoje a FPFM ainda faz este tipo de premiação (até o 8º de cada categoria) por um pedido dos próprios botonistas. “A atitude de não entregar a premiação aos que se retiram do local de competições, na verdade, já havia sido tomada por esta diretoria desde 2010, quando percebemos que alguns atletas estavam ausentando-se antes da premiação, o que é lamentável, posto que quando você se dispõe a participar de um campeonato, tem que se programar, independente de qual fase atingiu. A partir do momento que existe uma premiação, que estamos fazendo por uma solicitação dos próprios atletas (que se premie ate o 8º colocado), o mesmo tem que ficar para receber”.
            Farah disse também que a situação pode ser revista e cogita, inclusive, premiar apenas os três primeiros colocados. “Caso nós, com o tempo, venhamos a perceber que não existe interesse, alteraremos a premiação, fazendo como qualquer esporte normal, que premia apenas os 3 primeiros colocados, assim ninguém ficará ‘obrigado’ a permanecer até o final do evento”.
Outro desabafo feito pelo presidente da Federação Paulista de Futebol de Mesa diz respeito aos custos que o esporte proporciona, que segundo ele, são altíssimos. “O Futebol de Mesa premia demais, se não veja, em cada divisão se premia os 8 primeiros colocados, caso tenhamos 4 divisões de Adultos você entregará 32 premiações, mais as do interior em número de duas sedes com mais 16 prêmios e ainda o Máster com mais 8 prêmios. Portanto, são 56 troféus e medalhas, para um esporte amador e pobre, um custo altíssimo, mais aluguel de local, bolas, traves, mesas, mão de obra, etc., veja o custo disto e ainda ouvimos e temos que ler comentários que é um troféu a mais, ou mais uma disputa, é apenas um pequeno custo a mais para a Federação. Dar mais uma premiação ou fazer um torneio repescagem, demanda tempo, mão de obra, trabalho de pessoas, a maioria das vezes não remunerada, enfim ideias ‘faraônicas’ que não são do presidente (me perdoe a brincadeira). Quero deixar claro que tudo que se faz hoje no nosso Futebol de Mesa é baseado em ideias dos próprios botonistas, lógico que as ideias são importantes, mas, tem que se racionalizar, pensar em que aquilo irá interferir, e de que forma”.
            No Open do último final de semana, os botonistas Garcia (8º da Primeira Divisão), Paolo (5º da Segunda Divisão), Hylson (6º da Segunda Divisão) e Limão (8º da Segunda Divisão) acabaram ficando sem a premiação, uma vez que deixaram o local, antes do término do torneio. Em contato com o botonista Hylson (um dos punidos), o mesmo afirmou que a atitude tomada pela FPFM está correta. “Acho justíssimo! (não receber a medalha). Só fui embora porque o estava de carona com o Paolo e ele insistiu. Acho uma falta de respeito o cara ficar até as quartas e quando eliminado sair antes da premiação”.

ACESSO E REBAIXAMENTO
            Outro ponto muito comentado pelos botonistas, em sua grande maioria de forma positiva, foi a questão das divisões e os acessos e rebaixamentos. Para o presidente Farah, a mudança facilitou a interpretação de leigos. “Pelo que pude perceber a separação em divisões foi do agrado da maioria dos botonistas, e para que os leigos entendam como funciona o esporte, ficou muito mais fácil, pois agora você tem campeões de divisões e não de Ouro, Prata, etc., o que era muito complicado para explicar agora ficou fácil e claro”.
            O presidente da Federação Paulista também deixou claro que a mudança deixou a competição mais atraente e competitiva. “A tendência dos Opens é ter acesso e descenso independente de ranking, acho que este é um caminho sem volta, torna o evento muito mais competitivo e atraente. Ainda não definimos detalhes, pois é muito cedo ainda, mas a tendência é que caiam vários e suba o mesmo número que cair. Vamos ver todos os detalhes ainda, é muito cedo para definições, tudo está em estudos, mas não deve fugir desta nova tendência.
            No primeiro Open do ano, os botonistas que sofreram com o rebaixamento foram: Dile (Maria Zélia), Alex Bahr (Corinthians) e Schalke (Meninos) na Primeira Divisão; Dani (Corinthians), Miguel (Fundação) e Sérgio Nenê (Maria Zélia) na Segunda Divisão.
            O atual campeão paulista Individual Alex Bahr, mesmo caindo de divisão aprovou a novidade. “Eu sou a favor disso sim, mesmo eu tendo sido a vítima. Sou a favor também do número menor de participantes por séries, considero ideal cada divisão ter 24 atletas”.
            Entre os que conquistaram o acesso, estão: Arthurzinho (Fundação), Melli (Palmeiras) e Chico Rojo (Cisplatina) da Segunda para a Primeira Divisão; Perrotti (Círculo Militar), Fúlvio (nacional) e Dedê Sírio (Jacareí) da Terceira para a Segunda Divisão.
            Procurado pelo BLOG DO VALINI, o campeão da Terceira Divisão, Paulo Perrotti, vê a mudança como interessante e estimulante. “Na minha opinião, a mudança de séries para divisões é algo bem interessante, pois visa premiar aqueles que tem boa performance nas divisões de base, além de estimular aqueles que estão nas últimas posições a não relaxarem ou abandonarem o torneio pois, caso contrário, serão punidos com o descenso.
            Perrotti também sugere que a FPFM estimule os clubes a promover torneios internos e cita o Tênis como referência. “Paralelamente, creio que a Federação deveria estimular torneios especiais, de menor porte, na sede dos clubes, como a ATP realiza com os tenistas. Este é um grande sonho que tenho como jogador e dirigente no esporte: poder descentralizar a realização dos torneios. Espero que, para o ano que vem, possamos fazer uma revolução neste sentido. Estou à disposição para ajudar”

SÉRIES DO INTERIOR
Também elogiada pelos botonistas foram os Opens do Interior. Tanto na cidade de Bauru, como em Americana, o torneio contou com a aprovação dos atletas. Para o presidente Farah, trata-se de uma medida que atingiu o objetivo. “As séries do Interior foram um sucesso, para uma primeira experiência, afinal de contas quase 60 atletas jogando, muito bom, facilitando o deslocamento de todos. Esta é uma tendência que deverá ser seguida, embora neste segundo Open tenhamos apenas uma sede no interior, por decisão conjunta do presidente e do diretor técnico. No terceiro Open voltaremos com as duas sedes, tudo vem a ser um grande teste para as mudanças”.

ESCLARECIMENTO:
            Ainda a respeito sobre a questão do acesso e também do rebaixamento, o BLOG DO VALINI foi buscar informações a respeito de como irá funcionar esta fórmula nos próximos torneios. Resumidamente, a informação obtida junto a representantes da Federação Paulista, o rebaixamento seria uma “punição’ ao botonista. Como exemplo citamos a questão do atual campeão paulista da modalidade, Alex Bahr. O botonista foi rebaixado para a Segunda Divisão. No próximo Open, se ficar entre os três últimos jogará a Terceira Divisão e se ficar entre os três primeiros, sobre para a Primeira divisão novamente. Porém, se ele não cair, nem subir, no próximo Open (o terceiro da temporada) ele volta a se classificar pelo ranking. A explicação é que se trata de um torneio baseado no ranking e que o rebaixamento ou aceso seria como um “bônus” ou uma “punição”.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Após ser dispensado pelo Corinthians, Sandro Pirikito acerta com o CDB



Uma semana após ter sido dispensado pelo Corinthians, Sandro Pirikito (foto) acertou neste final de semana com um novo clube. O botonista indaiatubano irá defender a equipe principal do CDB (Clube do Botão) de Campinas. Porém, ao revelar para o BLOG DO VALINI seu novo clube, Pirikito anunciou que esta deverá ser sua última temporada no Futebol de Mesa;
            O botonista explicou que sua saída do Corinthians ocorreu devido ao excesso de militantes. “Saturou o Departamento de Futmesa e tinha que acontecer cortes. Aí, os que menos apareceram foram dispensados e eu acabei entrando na lista. Fiquei muito triste em ter saído, pois se eles (Corinthians) deixassem me aposentaria lá!”. Pelo clube de Parque São Jorge, Pirikito que havia adotado o apelido de Gavião, conquistou um quinto lugar no Super Open de 2012 em Socorro e o título invicto do Torneio Início por Equipes neste ano. “Pelo menos nesse pouco tempo que fiquei no Corinthians (um ano), tive o prazer de jogar com dois botonistas que admiro muito. O Tadeu e o Justa”, completou.
            Sobre sua transferência para o time campineiro, Pirikito revelou que pesou bastante a proximidade de sua casa e o fato de poder treinar durante a semana. “O João Pedro está indo duas quartas por mês para o CDB, e como ele passa em frente a minha casa, fica mais fácil pra mim”. Com isso, Sandro Pirikito será inscrito na equipe principal do Clube do Botão.
            Além disso, o botonista disse que esta pode ser sua última temporada no Futebol de Mesa. “Estou treinando forte, ano que vem vou começar a correr de Montain Bike, e todas provas são aos domingos. Somos em oito ciclistas aqui em Indaiatuba. Esse também foi um motivo de ir pro CDB , quero encerrar a carreira jogando na série A”.

Em tempo: o BLOG DO VALINI apurou que além de Sandro Pirikito, o Corinthians dispensou também os botonistas Tati, Isaías e Magalhães.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Lely: o maior roqueiro do Futmesa paulista está de volta às mesas


Quem compareceu a sala de jogos “Marcio Roberto Ramalho” em São Bernardo do Campo, no último sábado (16), teve uma grata surpresa. Enquanto Meninos e Maria Zélia se enfrentavam pela primeira rodada do Campeonato Paulista de Aspirantes, um “craque” do Futebol de Mesa fazia sua “reestréia” após quase sete anos afastado do esporte. O nome dele: Lely (foto). E para quem estava há tanto tempo longe das mesas, o desempenho foi acima do normal. 80% de aproveitamento nos pontos disputados (08/10) e uma extraordinária média de 4,6 gols por jogo (23 em 05 partidas).
            Lely é ainda integrante da banda cover mais famosa do Iron Maiden (The Best Maiden) e entre ensaios, shows e treinos, encontrou um espaço em sua apertada agenda para falar com o BLOG DO VALINI sobre seu retorno ao Futebol de Mesa, os desafios para a temporada, as possibilidades do Maria Zélia no campeonato e claro, como conciliar música e botão. Confira o bate papo:

BLOG: Após um período longe das mesas, o que te motivou a retornar para o Futebol de Mesa?
Lely: Antes de mais nada, obrigado pela entrevista meu grande amigo Ivan! Fiquei longe das mesas praticamente por 7 anos. Estava com muitas tarefas e tive que me afastar. Mas não tem jeito, senti uma falta imensa de jogar. Meu irmão Lennon (botonista do Maria Zélia) também é um dos responsáveis pela minha volta, ele me incentivou muito. Não pensei duas vezes, peguei meu time e fui treinar no Maria Zélia e, posso lhe garantir, não sei como eu consegui ficar todo esse tempo afastado de um esporte tão maravilhoso que é o Futebol de Mesa. E claro, rever meus amigos!!!

BLOG: Pretende levar a temporada 2013 a sério ou irá jogar em apenas algumas ocasiões?
Lely: Com certeza vou levar a sério esse ano de 2013! Mas, infelizmente, não tenho como jogar todos os jogos e torneios anuais. Estou procurando treinar durante a semana quando não tenho tantas tarefas pessoais. É evidente que não conseguirei jogar todas as partidas, mas, acredito que em mais de 70 por cento dos jogos estarei presente ajudando a equipe do Maria Zélia. Vou até me arriscar a jogar alguns torneios abertos.

BLOG: Como pretende conciliar as apresentações da banda com o Futmesa?
Lely: Estou realmente tentando conciliar os shows e o Futmesa. Já fiz um pré-agendamento levando em conta os shows, principalmente aqueles que forem realizados em São Paulo. Desta maneira vai ficar mais fácil realizar as duas atividades.

BLOG: Gostou da bolinha que está sendo usada neste início de ano?
Lely: Pelo que senti da bolinha desse ano, ela está mais leve. Não a achei tão irregular quanto aquela dos anos anteriores. Talvez pelo fato de eu ter ficado um bom tempo parado, não senti tanta diferença como o pessoal que já vem jogando.

BLOG: No meio botonístico você é considerado um jogador acima da média. Por que optou por jogar no time Aspirantes do Maria Zélia?
Lely: Obrigado pelo elogio! Hoje ainda estou em fase de adaptação, pois a competitividade é muito alta, os demais jogadores também são acima da média, mas eu optei pelo time Aspirante por dois motivos: o primeiro porque os jogos são realizados aos sábados, o que irá me permitir jogar e conciliar com alguns shows. Na categoria principal, os jogos são realizados de domingo e eu jamais conseguiria participar, pois chego bem tarde dos eventos. E o outro motivo é ainda a adaptação, preciso subir novamente degrau por degrau, sei que estou ainda precisando melhorar muito o meu futebol e acredito que só o tempo vai me proporcionar maior competitividade.

BLOG: Embora a equipe tenha perdido na primeira rodada, você considera que o Maria Zélia pode brigar pelo título da categoria Aspirantes nesta temporada?
Lely: Senti que na primeira rodada do campeonato a equipe estava um pouco ansiosa, não conseguimos encaixar o jogo. Vale salientar o grande time montado pelos Meninos para esse ano. Eu acredito demais no nosso time. Precisamos agora nos concentrar, esquecer esse jogo e voltar com tudo para a próxima rodada. Acredito que esse ano vão ocorrer vários jogos super disputados, com grande times também, mas podemos sim brigar pelo título, eu particularmente acredito muito!

BLOG: É mais fácil fazer cover do Iron Maiden ou jogar botão?
Lely: Olha, para falar a verdade, ambos são muito difíceis! Cada um de um modo diferente. No cover do Maiden é aquela concentração antes, durante o show e pós show, você tem que estar ligado em tudo: nas músicas, no set list, no script do show, etc. No caso do Futebol de Mesa, qualquer falta de concentração, mesmo que seja por alguns segundos, pode acabar colocando tudo por água abaixo. Os dois realmente exigem muito, acredito que sejam bem difíceis. (risos).

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Favoritos estreiam com vitória no Paulista de Futmesa

            Aconteceu neste domingo (17), a 1ª Rodada do Campeonato Paulista de Futebol de Mesa 2013. Círculo Militar e Corinthians confirmaram o favoritismo e venceram com tranquilidade. O Maria Zélia derrotou o Fundação e no jogo mais aguardado da rodada, o Palmeiras passou pelo Meninos.
            No Ipiranga, o atual campeão estreou em grande estilo e confirmou que está muito forte para esta temporada. O Corinthians não tomou conhecimento do Cisplatina e aplicou sonoros 64 a 08. O destaque do jogo foi Galdeano.
            No Ibirapuera, o Círculo Militar, com força máxima, venceu sem maiores dificuldades o caçula Clube do Botão por 54 a 18. O maior pontuador do jogo foi Thiago (Círculo Militar) com 10 pontos em 12 disputados. Mas, Bruno Varoli obteve 100% de aproveitamento e anotou 08 pontos em quatro jogos.
            O Maria Zélia encarou o campeão da Copa Estado de 2012 e também venceu. Com Marcio Lima inspirado (100% de aproveitamento), a equipe do Belenzinho aplicou 44 a 28 em cima do Fundação.
            No “novo” Palestra Itália, aconteceu o principal jogo da rodada. E com uma grande atuação de Quinho, o time da casa venceu todas as rodadas e derrotou a equipe do ABC por 44 a 28. As parciais foram: 08 X 04; 07 X 05; 07 X 05; 07 X 05, 08 X 04 e 07 X 05.
O Palmeiras atuou e venceu com: Quinho 11/12, Diney 09/12, Michilin 06/10, Dema 04/10, Mauro 06/08, Jefferson 06/12. Entraram ainda: Dentinho 00/02, Hylson 02/02, Paolo 00/02 e Melli 00/02.
O Meninos jogou com: Teruel 00/06, Lê 04/12, Faccio 05/12, Edu Santos 05/12, Vanno 03/12 e Cássio 09/12. Entrou: Vinicius Ramalho 02/06.
Com isso, a classificação do Paulistão 2013 é a seguinte:
Grupo A: 1º Corinthians, Palmeiras e Maria Zélia: 03 pontos ganhos. 4º Clube do Botão: 00 ponto; No Grupo B: 1º Círculo Militar: 03 pontos. 2º Meninos, Fundação e Cisplatina: 00. Lembrando que no primeiro turno, acontece o cruzamento dos grupos. A próxima rodada será disputada no dia 17 de março.